quarta-feira, 11 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Acabei lendo um pouco mais sobre essas “perdidas” que se transformam em crentes, as Marias Madalenas deste século. E soube que algumas ex-capas de revistas masculinas hoje estão a serviço da castidade e da abstinência, inclusive pretendem estrear um programa na linha do Saia Justa para “levar uma visão de Deus a assuntos polêmicos”. Pregam que sexo, agora, só depois do casamento. Dizem que foram traídas por quase todos os homens que tiveram e que já se pegaram entre elas a socos para defenderem a posse de seus bofes. Hoje, arrependidas, concluem que só lhes resta ajoelhar e orar.
O famoso meio-termo, nem pensar. É como se um gremista fanático virasse colorado do dia pra noite, ou vice-e-versa.
Sou a primeira a incentivar que as pessoas reavaliem suas escolhas e, caso estejam desgostosas, mudem, se deem a chance de vivenciar novas experiências. Faz parte da dinâmica da vida. Alguns baladeiros notívagos hoje dormem depois da novela e acordam às 5h. Garotas de programa se apaixonam, casam e têm filhos, virando fidelíssimas esposas. E, se alguns céticos passam a frequentar a igreja, ótimo, nenhuma contradição, estão em movimento, desde que não inventem de se transformar em novos messias.
Prefiro comprar um carro usado da Rita Cadillac a um da Regininha Pentecostes.Desconfio de pessoas que trocam de nome, que “renascem depois do acidente”, como se fosse um acidente ter vivido uma história que já não lhes interessa mais. Há muitas coisas que fizemos e não voltaríamos a fazer, estamos sempre em busca de crescimento, e trocar de ideia e de hábitos é parte natural da aventura de estar vivo, mas posar de convertida? É acreditar demais em pecado e salvação.
Todos nós temos um pouco de loucos e de santos, somos modernos para nos vestir e caretas para educar os filhos, corajosos para esportes radicais e apavorados para sair de carro à noite. Se há algo que nos torna criaturas saudáveis é justamente o fato de sermos flexíveis, diversos. E divertidos! O passado passou, não é preciso negá-lo e virá-lo do avesso para legitimar uma nova persona, isso mais parece penitência. Engessar-se num único perfil, seja qual for, é doentio. Nada nos define. A não ser o nosso time, claro.
terça-feira, 27 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
quem você mais via há dez anos atrás...
Quantos você ainda vê todo dia?
Quantos você já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha...
Quantos você desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre...
Quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece,
na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora...
Quantos mistérios que você sondava,
quantos você conseguiu entender?
Quantos defeitos sanados com o tempo,
era o melhor que havia em você?
Quantas mentiras você condenava,
quantas você teve que cometer?
Quantas canções que você não cantava,
hoje assobia pra sobreviver ...
Quantos segredos que você guardava,
hoje são bobos ninguém quer saber ...
Quantas pessoas que você amava,
hoje acredita e amam você?
sábado, 10 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
“Eu nunca fui uma moça bem-comportada. Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida, pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal resolvido sem soluços. Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo. Não estou aqui pra que gostem de mim. Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho. E pra seduzir somente o que me acrescenta. Adoro a poesia e gosto de descascá-la até a fratura exposta da palavra. A palavra é meu inferno e minha paz. Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que me deixa exausta. Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo. Sei chorar toda encolhida abraçando as pernas. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar... Eu acredito é em suspiros, mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis,em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente. Acredito em coisas sinceramente compartilhadas..."
domingo, 27 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Nem todos são flores ...
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Quem sou, te importa?
Não sou do tipo que faz pra agradar, tenho os meus princípios e luto por eles, nas horas certas.Não tenho as melhores roupas, não estudo nas melhores escolas, não tenho grana para tudo e nem nada quando quero. Não sou do tipo influenciável, mas acredito que todos podem e devem mudar, e acho que se vai mudar que seja para melhor.Acredito que tudo tem um final feliz, mas cada coisa em seu tempo. Tenho certeza que existem pessoas boas e sei também que até elas podem errar, pois a vida já não é tão fácil e não precisamos de mais juízes. Acredito que ao olhar de alguém superior, Deus, como foi titulado, as pessoas são iguais, não fisicamente ou emocionalmente, mas são de alguma forma. Não creio tanto em família, creio mais em amigos, e esses podem ser qualquer tipo de ser vivo, de um parente até um simples animal de rua.Sei e tenho certeza que quando realmente gostamos de uma pessoa, se cria um vínculo tão forte que somos capazes de sentir a tristeza do outro, mesmo na ausência. Não tenho e nunca tive vários garotos aos meus pés, não faço parte do tal padrão para eles. A pessoa que se aproxima de mim tem que está afim e não ligar para tais futilidades, não sou linda, sou simpática somente com quem acho que merece, arroto, peido, tiro meleca, xingo e falo putaria, pois acho que o ser humano já é burro demais e iludir eles com falsos gracejos seria engraçado, mas seria ainda mais cruel. Existem vários tipos de liberdade, só que o meu conceito é diferente em relação a todos esses tipos.Acredito que todos têm direito de escolha, pois nada melhor para ensinar do que os próprios erros. Há vários jeitos e momentos para curtir a vida, pra que querer aproveitar tudo de uma só vez, cada um tem um limite e ser precoce poderia precipitá-lo. Não diga dessa água jamais beberei, ou não mais beberei, seria ruim demais essa ser a única água disponível no meio do deserto traiçoeiro da vida.Destino existe e somente você saberá quando o encontrara. Já me disseram que o meu caminho, somente eu posso trilhar sem guias (manipuladores), já me falaram que meu jeito criava antipatia nas pessoas fazendo com que elas me "ignorassem", também me disseram que o fato deu ser excluída me faria independente primeiro que os certinhos!Um grande amigo sempre me fala que orgulho não é virtude e eu sempre digo não me subestimem, adoro surpresas e não gostaria de ver as pessoas que gosto com cara de troxa.
Por Marina Franco
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
“Que merda. De que vale tudo isso? Quanto vale a minha vida? Já conheço os passos dessa estrada e sei que não vai dar em nada. Rigel está de novo em prantos. E ele tem todo o direito de chorar. Ele tem todo o direito do mundo de bater com a cabeça na parede. Quanta dor um homem suporta? Quanto um coração agüenta de sofrimento? Dá para morrer de amor? (...) Você sabe o que é perder? Sabe. Não há quem não saiba o que é perder.Depositar tanto sonho em algo. Sonhar é tão trabalhoso.Imaginar um mundo de felicidades sem fim. Lotado de paixão e sensualidade. Passear com seu grande amor. O amor de sua vida para sempre. E esse amor vai ser pra sempre lindo e charmoso. Irá dizer coisas espirituosas para você no balcão de um bar cool. E quando chover de repente, e você pensar em correr, o amor de sua vida – que é lindo, culto, corajoso – dirá que quem corre da chuva é rato e que nós somos homens, somos fortes e invencíveis. O amor entupindo as veias de fé e imortalidade. Nós já nos conhecemos desde outra encarnação e vamos nos amar para toda a vida celestial e eterna. Uma eternidade sem fim. Não, não há morte.Ficaremos paras sempre juntos. (...) E não há paisagem que seja mais linda do que o rosto do seu amor. Não há pôr-do-sol que valha desviar seu olhar do dela. Eu te amo. Eu também te amo. Eu te amo mais. Impossível. Eu te amo o mundo. Eu te amo o universo.Te amo tudo aquilo que não conhecemos. E eu te amo antes que tudo o que nós não conhecemos existisse. Eu te amo. Eu te amo.Eu te amo mais do que a mim.‘Já conheço os passos dessa estrada’... E, mesmo assim, estarei sempre pronto para esquecer aqueles que me levaram a um abismo. E mais uma vez amarei. E mais uma vez direi que nunca amei tanto em toda a minha vida. Direi. ‘Vou colecionar mais um soneto, outro retrato em branco e preto a maltratar meu coração’.Rigel chora. É um marmanjo chorando sozinho, sem conseguir tomar banho. Não! Preciso reagir. O que eu tenho, afinal? Saudades. Eu tenho saudades. (Fernanda Young)




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